sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
Hoje não faltam compositores
"hoje não faltam compositores capazes de oferecer, neste espírito, a sua contribuição indispensável e a sua colaboração competente para incrementar o património da música, ao serviço da Liturgia cada vez mais intensamente vivida. Dirijo-lhes a expressão da minha confiança, unida à exortação mais cordial, para que se empenhem com esmero em vista de aumentar o repertório de composições que sejam dignas da excelência dos mistérios celebrados e, ao mesmo tempo, aptas para a sensibilidade hodierna" ( João Paulo II - novembro 2003).
Francisco de Assis e Clara
Deus faz com que o que parece ridículo seja sublime. Deus é aquela força revolucionária que faz saltar as vulgaridades, desperta as adormecidas potencialidades humanas e abre-as para atitudes surpreendentes e até então desconhecidas.
De uma pedra é capaz de extrair filhos de Abraão, e de qualquer pessoa vulgar pode fazer exemplares absolutamente originais. Com esta palavra –Deus – o enigma de Francisco de Assis fica interpretado, o seu segredo decifrado. [...]
Basta abrir os olhos e ver sem preconceitos: desde o primeiro momento nos convenceremos que Deus é aquela força de coesão que arma a personalidade vertebrada e sem desajustamentos de Francisco de Assis.»
Ele orava ao "Deus omnipotente" assim: "Eterno, justo e misericordioso, concede-nos a nós, miseráveis, que por ti façamos o que sabemos que tu queres, e sempre queiramos o que te apraz,
para que, interiormente purificados, interiormente alumiados e abrasados pelo fogo do Espírito Santo, possamos seguir os passos de teu Filho, nosso Senhor Jesus Cristo,
e mediante somente a tua graça, chegar até ti, ó Altíssimo, que, em Trindade perfeita e em simples Unidade, vives e reinas e tens toda a glória, ó Deus omnipotente, por todos os séculos dos séculos. Amen".
De uma pedra é capaz de extrair filhos de Abraão, e de qualquer pessoa vulgar pode fazer exemplares absolutamente originais. Com esta palavra –Deus – o enigma de Francisco de Assis fica interpretado, o seu segredo decifrado. [...]
Basta abrir os olhos e ver sem preconceitos: desde o primeiro momento nos convenceremos que Deus é aquela força de coesão que arma a personalidade vertebrada e sem desajustamentos de Francisco de Assis.»
Ele orava ao "Deus omnipotente" assim: "Eterno, justo e misericordioso, concede-nos a nós, miseráveis, que por ti façamos o que sabemos que tu queres, e sempre queiramos o que te apraz,
para que, interiormente purificados, interiormente alumiados e abrasados pelo fogo do Espírito Santo, possamos seguir os passos de teu Filho, nosso Senhor Jesus Cristo,
e mediante somente a tua graça, chegar até ti, ó Altíssimo, que, em Trindade perfeita e em simples Unidade, vives e reinas e tens toda a glória, ó Deus omnipotente, por todos os séculos dos séculos. Amen".
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
Louvor ou sucesso, o que agrada a Deus?
O louvor é algo maravilhoso, pois nos proporciona momentos de profunda comunhão com o Pai. Não podemos, contudo, supor que o seu coração fique satisfeito apenas com nossas palavras e cânticos. Tudo isso é importante e agrada a Deus, mas pode perder todo o seu valor, se não for coerente como nosso modo de vida.
Não basta deixar de fazer o mal. Precisamos praticar o bem (Isaias 1,16-17). O que Deus deseja é que, além do louvor, estejamos dispostos para o serviço, para a ação principalmente daqueles que, juntamente conosco, invocam o nome do Senhor (Gálatas 6, 10).
Nós, que somos ministros de louvor, podemos ter o ilusório sentimento de "dever cumprido" pelo fato de entoarmos cantos ao Senhor, mas existe muito mais que devemos fazer fora das portas do templo.
"Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao teu nome dá glória, por amor da tua benignidade e da tua verdade." (Salmo 115, 1). O poder do louvor está condicionado, entre outros fatores, ao propósito que temos ao realizá-lo. Para quem é o nosso louvor? Para quê entoamos nossos cânticos?
É verdade que algumas músicas têm mensagens que se destinam aos participantes da reunião. São canções evangelísticas ou didáticas, feitas para alcançar o público. Isto é correto e necessário. Contudo, precisamos estar conscientes de que o propósito do nosso louvor deve ser agradar o coração de Deus. O público está em segundo lugar. Se pudermos agradá-lo enquanto louvamos ao Senhor, ótimo, mas não deve ser esta a nossa preocupação e prioridade. O que voce acha disso?
Padre Antonio Lima.
Não basta deixar de fazer o mal. Precisamos praticar o bem (Isaias 1,16-17). O que Deus deseja é que, além do louvor, estejamos dispostos para o serviço, para a ação principalmente daqueles que, juntamente conosco, invocam o nome do Senhor (Gálatas 6, 10).
Nós, que somos ministros de louvor, podemos ter o ilusório sentimento de "dever cumprido" pelo fato de entoarmos cantos ao Senhor, mas existe muito mais que devemos fazer fora das portas do templo.
"Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao teu nome dá glória, por amor da tua benignidade e da tua verdade." (Salmo 115, 1). O poder do louvor está condicionado, entre outros fatores, ao propósito que temos ao realizá-lo. Para quem é o nosso louvor? Para quê entoamos nossos cânticos?
É verdade que algumas músicas têm mensagens que se destinam aos participantes da reunião. São canções evangelísticas ou didáticas, feitas para alcançar o público. Isto é correto e necessário. Contudo, precisamos estar conscientes de que o propósito do nosso louvor deve ser agradar o coração de Deus. O público está em segundo lugar. Se pudermos agradá-lo enquanto louvamos ao Senhor, ótimo, mas não deve ser esta a nossa preocupação e prioridade. O que voce acha disso?
Padre Antonio Lima.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
Como decidir em Deus a nossa vida...
- Bom senso, inteligência e conhecimento são importantes e úteis, mas podem não ser suficientes. Use sua capacidade intelectual, mas não se apóie totalmente nela. Por mais conhecimento que possamos adquirir, não seremos oniscientes ou prescientes. Portanto, somos dependentes de Deus.
"Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento" (Prov 3, 5).
- Ouça a voz da consciência, mostrando o que é certo e o que é errado. Entretanto, isto não é tudo. Se vamos fazer ou deixar de fazer alguma coisa, não é apenas por se tratar de algo certo ou errado, mas por estar ou não de acordo com a vontade de Deus para nós. Podemos estar diante de duas opções certas, porém existe uma melhor que a outra. Precisamos da direção divina para escolher bem.
- Ore, entregue a vida a Deus, peça a ele orientação (Salmo 37, 5). Um filho que se recusa a pedir o conselho dos pais age como se fosse órfão. Quando tomamos decisões sem orar, a responsabilidade é toda nossa. Quando oramos, dividimos a responsabilidade com Deus. O Senhor responde de várias formas. Podemos ouvir a sua voz diretamente, mas ele nos fala também através da palavra e das pessoas que estão à nossa volta.
O Senhor na palavra nos dá parâmetros para boas escolhas. Se a nossa resolução estiver de acordo com a justiça, a verdade, a fé, a misericórdia e a bondade, é bem provável que esteja correta. Diante de qualquer decisao, pequena ou grande que seja, a paz interior diante do que se está para fazer é um bom sinal!
Padre Antonio Lima.
"Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento" (Prov 3, 5).
- Ouça a voz da consciência, mostrando o que é certo e o que é errado. Entretanto, isto não é tudo. Se vamos fazer ou deixar de fazer alguma coisa, não é apenas por se tratar de algo certo ou errado, mas por estar ou não de acordo com a vontade de Deus para nós. Podemos estar diante de duas opções certas, porém existe uma melhor que a outra. Precisamos da direção divina para escolher bem.
- Ore, entregue a vida a Deus, peça a ele orientação (Salmo 37, 5). Um filho que se recusa a pedir o conselho dos pais age como se fosse órfão. Quando tomamos decisões sem orar, a responsabilidade é toda nossa. Quando oramos, dividimos a responsabilidade com Deus. O Senhor responde de várias formas. Podemos ouvir a sua voz diretamente, mas ele nos fala também através da palavra e das pessoas que estão à nossa volta.
O Senhor na palavra nos dá parâmetros para boas escolhas. Se a nossa resolução estiver de acordo com a justiça, a verdade, a fé, a misericórdia e a bondade, é bem provável que esteja correta. Diante de qualquer decisao, pequena ou grande que seja, a paz interior diante do que se está para fazer é um bom sinal!
Padre Antonio Lima.
Guiados pelo Espirito Santo
Jesus foi conduzido pelo Espírito Santo ao deserto para ser tentado pelo Diabo. Era de se imaginar que Jesus não precisasse ser orientado por outra pessoa. Entretanto, precisava. Ao descer da sua glória, ele abriu mão de suas prerrogativas divinas, incluindo sua onisciência, para se tornar semelhante a nós. Estando na condição humana, Cristo não sabia de todas as coisas (Mc 13,32). Por isso precisava ser conduzido pelo Espírito Santo. Se Jesus precisou, quanto mais nós! Afinal, todos os filhos de Deus precisam e devem ser guiados por ele (Rm 8,14). Jesus nos deu, portanto, valioso exemplo nesse sentido. Se o Mestre, sendo quem é, não viveu de modo independente, muito menos nós poderíamos viver.
"Andar segundo a carne" e "andar em Espírito" (Gal 5,16; Rm 8,1). Andar na carne é viver de acordo com os desejos carnais, conduzindo a si mesmo segundo os preceitos humanos e mundanos (ICor 3, 3). Andar em Espírito é ser levado pelo Espírito Santo. É andar com Deus como Enoque andou (Gen 5, 24).
Queremos que Deus ande conosco, mas o que precisamos é andar com ele, e isso é totalmente diferente. Se andamos com o Senhor, vamos para onde ele quer.
Queremos que Deus nos acompanhe, mas devia ser o contrário. Nós é que somos os seguidores, e seguidor não escolhe a direção, escolhe apenas a quem seguir. Não é razoável que o pastor siga as ovelhas, a não ser que esteja procurando aquela que se desviou.
Queremos que o Espírito Santo nos leve, desde que seja para o lugar que nós apontamos. Assim não está certo. Escolhemos um emprego e queremos que Deus nos coloque lá de qualquer jeito, quando deveríamos pedir que, antes de tudo, a sua vontade fosse feita e não a nossa (Mt 6, 10; Mt 26, 39). Fazemos planos e queremos determinar que Deus os realize. Assim, estamos tentando levar o Senhor para andar nos nossos caminhos. Ele pode até realizar alguns dos nossos sonhos e desejos, mas a nossa atitude deve ser de submissão, permitindo que ele nos conduza por onde ele desejar.
"Guia-me pelas veredas da justiça, por amor do teu nome" (Salmo 23, 3).
Para onde o Espírito Santo nos levará? Para os lugares determinados pelo Pai. Ele levou Jesus ao deserto e não a um passeio turístico. Gostaríamos que o Espírito Santo nos levasse apenas a lugares agradáveis, mas ele certamente nos levará a lugares necessários, a situações e experiências diversas, que podem ser aprazíveis ou não. A vida do cristão tem fases difíceis, mas que só ocorrem por um propósito de Deus, contribuindo para o nosso bem e crescimento espiritual.
Jesus foi para o deserto, um lugar onde não há caminhos e os pontos de referência são raros, mas isso não representa problema para alguém que é conduzido pelo Espírito Santo. De outro modo, aquele que viaja no ermo pode ficar desorientado, perdido, correndo o risco de morrer ali.
A vida humana pode ser assim em alguns momentos. Quantas pessoas estão vivendo sem direção, sem saber o que fazer nem para onde ir. Estão desorientadas, perdidas, como ovelhas que não têm pastor (Mt 9, 36). Muitos vivem assim porque não conhecem Jesus, mas o que dizer de cristãos que estão nessa situação? Só existe uma explicação: deixaram de seguir a direção de Deus. Como podemos ser guiados por ele? Como alguém pode conhecer e realizar a vontade do Senhor? Vejamos alguns parâmetros gerais sobre decisões e escolhas:
Deus nos deu capacidade e liberdade. Existem decisões em nossas vidas que são muito importantes, pois mudam completamente o rumo da nossa história. A escolha do curso superior, da profissão, do emprego, do cônjuge, são apenas alguns exemplos de decisões muito sérias. Decidir sobre um namoro pode parecer algo de pouca importância, mas, considerando que o mesmo pode conduzir ao casamento, é necessário que a questão seja examinada com seriedade. Temos liberdade de escolha, mas só Deus pode nos mostrar a melhor opção. Somos semelhantes ao motorista numa rodovia, que precisa decidir corretamente diante das encruzilhadas e trevos, pois o retorno pode ser muito difícil e distante. Em algumas situações da vida, não há como voltar. É imprescindível, portanto, que aprendamos a ver e entender os sinais que nos ajudam a andar no melhor caminho. O Espirito Santo nos fala non fundo do coração na oração.
Padre Antonio Lima.
"Andar segundo a carne" e "andar em Espírito" (Gal 5,16; Rm 8,1). Andar na carne é viver de acordo com os desejos carnais, conduzindo a si mesmo segundo os preceitos humanos e mundanos (ICor 3, 3). Andar em Espírito é ser levado pelo Espírito Santo. É andar com Deus como Enoque andou (Gen 5, 24).
Queremos que Deus ande conosco, mas o que precisamos é andar com ele, e isso é totalmente diferente. Se andamos com o Senhor, vamos para onde ele quer.
Queremos que Deus nos acompanhe, mas devia ser o contrário. Nós é que somos os seguidores, e seguidor não escolhe a direção, escolhe apenas a quem seguir. Não é razoável que o pastor siga as ovelhas, a não ser que esteja procurando aquela que se desviou.
Queremos que o Espírito Santo nos leve, desde que seja para o lugar que nós apontamos. Assim não está certo. Escolhemos um emprego e queremos que Deus nos coloque lá de qualquer jeito, quando deveríamos pedir que, antes de tudo, a sua vontade fosse feita e não a nossa (Mt 6, 10; Mt 26, 39). Fazemos planos e queremos determinar que Deus os realize. Assim, estamos tentando levar o Senhor para andar nos nossos caminhos. Ele pode até realizar alguns dos nossos sonhos e desejos, mas a nossa atitude deve ser de submissão, permitindo que ele nos conduza por onde ele desejar.
"Guia-me pelas veredas da justiça, por amor do teu nome" (Salmo 23, 3).
Para onde o Espírito Santo nos levará? Para os lugares determinados pelo Pai. Ele levou Jesus ao deserto e não a um passeio turístico. Gostaríamos que o Espírito Santo nos levasse apenas a lugares agradáveis, mas ele certamente nos levará a lugares necessários, a situações e experiências diversas, que podem ser aprazíveis ou não. A vida do cristão tem fases difíceis, mas que só ocorrem por um propósito de Deus, contribuindo para o nosso bem e crescimento espiritual.
Jesus foi para o deserto, um lugar onde não há caminhos e os pontos de referência são raros, mas isso não representa problema para alguém que é conduzido pelo Espírito Santo. De outro modo, aquele que viaja no ermo pode ficar desorientado, perdido, correndo o risco de morrer ali.
A vida humana pode ser assim em alguns momentos. Quantas pessoas estão vivendo sem direção, sem saber o que fazer nem para onde ir. Estão desorientadas, perdidas, como ovelhas que não têm pastor (Mt 9, 36). Muitos vivem assim porque não conhecem Jesus, mas o que dizer de cristãos que estão nessa situação? Só existe uma explicação: deixaram de seguir a direção de Deus. Como podemos ser guiados por ele? Como alguém pode conhecer e realizar a vontade do Senhor? Vejamos alguns parâmetros gerais sobre decisões e escolhas:
Deus nos deu capacidade e liberdade. Existem decisões em nossas vidas que são muito importantes, pois mudam completamente o rumo da nossa história. A escolha do curso superior, da profissão, do emprego, do cônjuge, são apenas alguns exemplos de decisões muito sérias. Decidir sobre um namoro pode parecer algo de pouca importância, mas, considerando que o mesmo pode conduzir ao casamento, é necessário que a questão seja examinada com seriedade. Temos liberdade de escolha, mas só Deus pode nos mostrar a melhor opção. Somos semelhantes ao motorista numa rodovia, que precisa decidir corretamente diante das encruzilhadas e trevos, pois o retorno pode ser muito difícil e distante. Em algumas situações da vida, não há como voltar. É imprescindível, portanto, que aprendamos a ver e entender os sinais que nos ajudam a andar no melhor caminho. O Espirito Santo nos fala non fundo do coração na oração.
Padre Antonio Lima.
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"A vida como louvor"
O “Ide e anunciai” é de Jesus. É Ele quem capacita na graça. É essa a missão que junto à minha vocação de ser padre realizam a minha existência. Esse é o segredo do meu louvor e da minha expressão em louvar.
1. “Vinde e manifestemos” –Lançado com a participação especial de: Walmir Alencar em "Quando Deus me fez", Nelsinho Correa em "A vontade do Pai" e Vanessa Duarte em "Posso tudo no Senhor", além da participação de: Roberto Bignoli cantor e compositor católico italiano que participou do CD na canção bilíngüe "Amparo materno" - "Cuore marterno", canção dedicada a Nossa Senhora e em versão italiana pela Pongo edizioni, Itália.
2. Brezza dell'alto" – canção gravada em ocasião dos quarenta anos da RCC na Itália, gravado nos estúdios de Loppiano com a participação vocal, direção, mixagem e masterização de: Sandro Crippa e Davide Viganò do Conjunto Gen Rosso - Sandro Crippa, maestro, professor e arranjador e Dávide Viganò, guitarrista, professor e técnico de áudio.
Tudo para a glória de Deus!
www.padreantoniolima.com
BLOG de PADRE ANTONIO LIMA -
Artigos, pensamentos, reflexões, formação, fotos, imagens, musicas , testemunhos varios, Rock Catolico...
1. “Vinde e manifestemos” –Lançado com a participação especial de: Walmir Alencar em "Quando Deus me fez", Nelsinho Correa em "A vontade do Pai" e Vanessa Duarte em "Posso tudo no Senhor", além da participação de: Roberto Bignoli cantor e compositor católico italiano que participou do CD na canção bilíngüe "Amparo materno" - "Cuore marterno", canção dedicada a Nossa Senhora e em versão italiana pela Pongo edizioni, Itália.
2. Brezza dell'alto" – canção gravada em ocasião dos quarenta anos da RCC na Itália, gravado nos estúdios de Loppiano com a participação vocal, direção, mixagem e masterização de: Sandro Crippa e Davide Viganò do Conjunto Gen Rosso - Sandro Crippa, maestro, professor e arranjador e Dávide Viganò, guitarrista, professor e técnico de áudio.
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