sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

" Bem aventurados os pobres de espírito porque deles é o reino dos céus "

Muitas vezes a pobreza se manifesta como uma grande sede de Deus além de ser também material. Estes dois particulares que são típicos da pobreza de que fala Jesus, são caminhos para a nossa santidade.

O papa na sua exortação o fala sobre a pobreza espiritual quando nos ensina sobre o desapego espiritual e pastoral. Ele fala dos agentes pastorais, no entanto serve não somente a eles mas também para nós padres. Embora se reze e se façam tantas coisas, existe porém uma tentação que permanece sempre e esta, parece ser muito grave porque tira aquela serenidade interior sem a qual não conseguimos servir segundo o espirito do Senhor no proprio serviço a sua Igreja.

Muitas vezes isto não è porém que manifestação indireta de uma grande sede de Deus. Nòs padres precisamos compreender e não abandonar os nossos agentes pastorais nesta sede. O Papa diz: “Hoje nota-se em muitos agentes pastorais, mesmo pessoas consagradas, uma preocupação exacerbada pelos espaços pessoais de autonomia e relaxamento, que leva a viver os próprios deveres como mero apêndice da vida, como se não fizessem parte da própria identidade. Ao mesmo tempo, a vida espiritual confunde-se com alguns momentos religiosos que proporcionam algum alívio, mas não alimentam o encontro com os outros, o compromisso no mundo, a paixão pela evangelização.

Assim, é possível notar em muitos agentes evangelizadores – não obstante rezem – uma acentuação do individualismo, uma crise de identidade e um declínio do fervor. São três males que se alimentam entre si” (Papa Francisco, Evangelii Gaudium, n°. 78).

A sede de Deus, é como a sede natural que se tem de beber, aquela necessidade profunda de beber! Quando temos sede, nota-se esta necessidade , a sede é um instinto que nos leva a procura de água. Pois esta sede de Deus é como a sede natural. Este diagnóstico que o papa faz na sua encíclica, faz-nos lembrar da Bem-aventurança “Bem aventurados os pobres em espírito porque deles é o reino dos céus”. Pensar no desapego em nossas pessoais atividades pastorais, são ocasião para nos examinarmos, como está a nossa pobreza de espírito, o desapego ao que sentimos nosso quando na realidade não o é também.

A este propósito nos ensina Santo Agostinho: “Usar o mundo e não ser do mundo”. O mundo ensina este apego as coisas e interesses pessoas, como é portanto importante entender que precisamos usar o mundo sem ser dele, para não fazer mal à nossa propria alma e à alma dos que aproximam-se de nos.

O Senhor te abençoe e te guarde,
Padre Antonio Lima.

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"A vida como louvor"

O “Ide e anunciai” é de Jesus. É Ele quem capacita na graça. É essa a missão que junto à minha vocação de ser padre realizam a minha existência. Esse é o segredo do meu louvor e da minha expressão em louvar.
1. “Vinde e manifestemos” –Lançado com a participação especial de: Walmir Alencar em "Quando Deus me fez", Nelsinho Correa em "A vontade do Pai" e Vanessa Duarte em "Posso tudo no Senhor", além da participação de: Roberto Bignoli cantor e compositor católico italiano que participou do CD na canção bilíngüe "Amparo materno" - "Cuore marterno", canção dedicada a Nossa Senhora e em versão italiana pela Pongo edizioni, Itália.
2. Brezza dell'alto" – canção gravada em ocasião dos quarenta anos da RCC na Itália, gravado nos estúdios de Loppiano com a participação vocal, direção, mixagem e masterização de: Sandro Crippa e Davide Viganò do Conjunto Gen Rosso - Sandro Crippa, maestro, professor e arranjador e Dávide Viganò, guitarrista, professor e técnico de áudio.
Tudo para a glória de Deus!

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