Deus pode utilizar metodos que são muito estranhos aos nossos olhos para trazer seus filhos a Ele. Não digo que grupos de Rock catolico não tem a intenção de mostrar Cristo, Deus pode resgatar um filho que está pronto a recebe-Lo, naquele momento de um show desses quem sabe? Ao maximo, pode-se refletir as palavras de Paulo: “me fiz fraco com os fracos”. "Então todos os que estavam assentados no sinédrio, fitando os olhos nele [Estevao], viram o seu rosto como de um anjo." (At. 6,16) ("Apedrejavam, Estêvão que estava orando…
Para Deus, eu não acho que seja importante discurtir se uma musica tem ou não percussão ou estilo se tem arte ou talento etc... (coisas necessárias e como!) mas acho que precisa hoje rever o que no inicio do nosso caminho renovado nos tocava la no profundo, se prestavamos assim tanta atenção a detalhes profissionais e etiquetas ou se nos deixávamos comover e renovar através do louvor, da pregação e da oração. Ao invés de estar ali separando o que è louvor do que não o é. Voltar ao primeiro amor significa também, tocar e cantar “somente” para evangelizar. As palavras facilmente ditas e mal pensadas podem contrariar a intenção de Deus para com seus filhos. Eu penso muito nisso e peço a Deus para não cair nessa cilada.
Virou moda igual as outras “Apresentar-se” em tvs e rádios, palcos importantes e cancões novas da vida, terço bizantino e congressos em nivel nacional ou regional. (nada contra essas realidades e carismas maravilhosos pelo contrario), mas o mal è que para muitos virou moda e meio para ter fama e vender cds e produtos. Assim se peca, se faz os outros pecarem e o pior, essas segundas intenções poem em um clima terrivel de desconfiança entre irmãos em Cristo, que ou voce é famoso ou ta querendo ser e então vem as desconfianças e, as seleções; junto a tudo isso a perda de unçao em discernir o que realmente é o que nao é de Deus, coisas desse tipo. Creio que precise voltar realmente ao primeiro amor, tambem na evangelização pela musica de louvor, indo à busca de uma vida de oração e testemunho cristão em sintonia com o Espirito Santo. “Em espirito e em verdade”, como dizemos muito hoje.
Padre Antonio Lima
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
domingo, 9 de novembro de 2008
S. Francisco de Assis e o amor pela Igreja!
São Francisco costumava orar na velha e abandonada capela, São Damião, frente a um crucifixo, e repetia fervorosamente: "Concedei-me Senhor, que Vos conheça, para poder agir sempre segundo a vossa luz e de acordo à vossa Santíssima vontade".
Um dia, pareceu-lhe ouvir claramente: "Francisco, não vês que a minha casa está em ruínas? Restaurá-la para mim!
Pensando tratar-se do velho templo onde se achava, agiu de pronto, contando para a reforma com o dinheiro de seu pai, que tinha em suas mãos.
Francisco de Assis comparece ante o Bispo Dom Guido III acusado pelo pai de furto, devolve ao genitor o que lhe pertence, até as roupas e se declara servo de Deus.
Pede ao Bispo sua benção e abandona a cidade em busca dos caminhos do Senhor. O Bispo vê nesse gesto o chamado do Altíssimo e se torna seu protetor pelo resto da vida. Renuncia à todos os bens que o prendiam neste mundo, veste-se como eremita, começa a restauração da Capela de São Damião, e cuida dos leprosos. Seis anos mais tarde, esta capela será o lar das Damas Pobres de Santa Clara. Tratava-se do começo da sua vida religiosa. Sofre e luta da forma mais intensa; ele, que teve de tudo, abraça a pobreza, e teve, primeiramente, que vencer a si mesmo, para depois pedir esmolas.
Ele ora e trabalha incessantemente.
São Francisco dizia: "O trabalho, embora humilde e simples, confere honra e respeito e sempre será um mérito ante Nosso Senhor".
A vida de São Francisco de Assis é repleta de inúmeras virtudes. O calor de seu iluminado espírito, desejando sempre repassar aos seus queridos filhos, bem como o ardor na busca devotada à Paixão de Jesus Cristo, são gestos que impressionam, e que são admirados por toda a humanidade.
São Francisco de Assis tudo transformava, através do amor universal, humildade e compaixão. O homem santo não teme perder sua pureza, no meio dos impuros. Do mesmo modo que Cristo viveu entre os sofredores e entre os humildes, São Francisco de Assis se mistura aos doentes, aos desesperados e aos pobres. E é pelo esforço constante em direção à partilha do que lhe é dado com aqueles que não têm nada, que se fortificam suas aspirações e seus méritos, ao mesmo tempo que suas faculdades espirituais.
Amava intensamente a Deus e ao próximo, vivia à luz de uma fé profunda, que compartilhava com os pobres e abandonados. Sua vida era de orações e sacrifícios, para fundir-se com Aquele que tanto amava. Doava-se com franca generosidade, como se estivesse doando-se ao próprio Jesus.
São Francisco de Assis era um místico em toda a essência da palavra, pois tinha a total percepção das personalidades divinas, o contato com o plano espiritual era constante, e lançava-se sem medo em direção do Pai que lhe dava a vida, em direção ao Filho, que lhe dava o processo intelectual através do Verbo e através do Amor, e ia em direção do Espírito Santo que o iluminava constantemente.
Um dia, pareceu-lhe ouvir claramente: "Francisco, não vês que a minha casa está em ruínas? Restaurá-la para mim!
Pensando tratar-se do velho templo onde se achava, agiu de pronto, contando para a reforma com o dinheiro de seu pai, que tinha em suas mãos.
Francisco de Assis comparece ante o Bispo Dom Guido III acusado pelo pai de furto, devolve ao genitor o que lhe pertence, até as roupas e se declara servo de Deus.
Pede ao Bispo sua benção e abandona a cidade em busca dos caminhos do Senhor. O Bispo vê nesse gesto o chamado do Altíssimo e se torna seu protetor pelo resto da vida. Renuncia à todos os bens que o prendiam neste mundo, veste-se como eremita, começa a restauração da Capela de São Damião, e cuida dos leprosos. Seis anos mais tarde, esta capela será o lar das Damas Pobres de Santa Clara. Tratava-se do começo da sua vida religiosa. Sofre e luta da forma mais intensa; ele, que teve de tudo, abraça a pobreza, e teve, primeiramente, que vencer a si mesmo, para depois pedir esmolas.
Ele ora e trabalha incessantemente.
São Francisco dizia: "O trabalho, embora humilde e simples, confere honra e respeito e sempre será um mérito ante Nosso Senhor".
A vida de São Francisco de Assis é repleta de inúmeras virtudes. O calor de seu iluminado espírito, desejando sempre repassar aos seus queridos filhos, bem como o ardor na busca devotada à Paixão de Jesus Cristo, são gestos que impressionam, e que são admirados por toda a humanidade.
São Francisco de Assis tudo transformava, através do amor universal, humildade e compaixão. O homem santo não teme perder sua pureza, no meio dos impuros. Do mesmo modo que Cristo viveu entre os sofredores e entre os humildes, São Francisco de Assis se mistura aos doentes, aos desesperados e aos pobres. E é pelo esforço constante em direção à partilha do que lhe é dado com aqueles que não têm nada, que se fortificam suas aspirações e seus méritos, ao mesmo tempo que suas faculdades espirituais.
Amava intensamente a Deus e ao próximo, vivia à luz de uma fé profunda, que compartilhava com os pobres e abandonados. Sua vida era de orações e sacrifícios, para fundir-se com Aquele que tanto amava. Doava-se com franca generosidade, como se estivesse doando-se ao próprio Jesus.
São Francisco de Assis era um místico em toda a essência da palavra, pois tinha a total percepção das personalidades divinas, o contato com o plano espiritual era constante, e lançava-se sem medo em direção do Pai que lhe dava a vida, em direção ao Filho, que lhe dava o processo intelectual através do Verbo e através do Amor, e ia em direção do Espírito Santo que o iluminava constantemente.
Uma crítica construtiva aos evangelicos e fundamentalistas da Bíblia
Não é difícil encontrar preconceito com estilos musicais, os jovens musicos catolicos são muito difamados por alguns evangélicos aí afora: Coisas do mundo! Etc.. eu tive de arregaçar as mangas e escrever algo sobre, de alguma forma a cooperar com o entendimento do que realmente é e nao é do mundo. Há membros de igrejas ... que por não gostarem desses estilos musicais, procuram na bíblia uma forma de condenar quem gosta. O que eles não esperam é que a bíblia não tem nenhuma menção de estilo musical, nem fala de orquestra, nem música na igreja, daí que o feitiço se volta contra o feiticeiro, e a condenação se volta ao condenador.
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"A vida como louvor"
O “Ide e anunciai” é de Jesus. É Ele quem capacita na graça. É essa a missão que junto à minha vocação de ser padre realizam a minha existência. Esse é o segredo do meu louvor e da minha expressão em louvar.
1. “Vinde e manifestemos” –Lançado com a participação especial de: Walmir Alencar em "Quando Deus me fez", Nelsinho Correa em "A vontade do Pai" e Vanessa Duarte em "Posso tudo no Senhor", além da participação de: Roberto Bignoli cantor e compositor católico italiano que participou do CD na canção bilíngüe "Amparo materno" - "Cuore marterno", canção dedicada a Nossa Senhora e em versão italiana pela Pongo edizioni, Itália.
2. Brezza dell'alto" – canção gravada em ocasião dos quarenta anos da RCC na Itália, gravado nos estúdios de Loppiano com a participação vocal, direção, mixagem e masterização de: Sandro Crippa e Davide Viganò do Conjunto Gen Rosso - Sandro Crippa, maestro, professor e arranjador e Dávide Viganò, guitarrista, professor e técnico de áudio.
Tudo para a glória de Deus!
www.padreantoniolima.com
BLOG de PADRE ANTONIO LIMA -
Artigos, pensamentos, reflexões, formação, fotos, imagens, musicas , testemunhos varios, Rock Catolico...
1. “Vinde e manifestemos” –Lançado com a participação especial de: Walmir Alencar em "Quando Deus me fez", Nelsinho Correa em "A vontade do Pai" e Vanessa Duarte em "Posso tudo no Senhor", além da participação de: Roberto Bignoli cantor e compositor católico italiano que participou do CD na canção bilíngüe "Amparo materno" - "Cuore marterno", canção dedicada a Nossa Senhora e em versão italiana pela Pongo edizioni, Itália.
2. Brezza dell'alto" – canção gravada em ocasião dos quarenta anos da RCC na Itália, gravado nos estúdios de Loppiano com a participação vocal, direção, mixagem e masterização de: Sandro Crippa e Davide Viganò do Conjunto Gen Rosso - Sandro Crippa, maestro, professor e arranjador e Dávide Viganò, guitarrista, professor e técnico de áudio.
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